A conta oficial do Tokio Hotel no Youtube atualizou a biografia da Banda! Fica aqui a respectiva tradução ;)
Biografia:
Ninguém no mundo está mais preparado para alcançar o brilho do estrelato americano do que os membros do Tokio Hotel. Humanoid é apenas o seu segundo álbum lançado nos EUA, o seguidor de Scream de 2008, mas para milhões de fãs por todo o mundo, eles já se tornaram ícones.
“As coisas nos EUA ainda só estão no início para nós,” diz Bill Kaulitz, o vocalista da banda, o líder de um exército mundial do couro preto – e devotos do eyeliner. “O que passamos até agora já foi maravilhoso e estamos ansiosos para que comece de novo.”
Os maiores artistas originários da Alemanha, num período de 20 anos, o Tokio Hotel já conquistou 10 platinas, quatro singles em número 1 e esgotaram pavilhões e estádios por toda a Europa. Conquistaram ainda o prêmio de Best New Artist, nos prêmios MTV de 2008.
O seu mega sucesso teve início em 2001, quando Bill e o seu irmão gêmeo Tom – o sujeito hip hop da banda, guitarrista de dreads – formaram a banda juntamente com o baixista Georg Listing, agora com 22 anos, e o baterista Gustav Schäfer, agora com 21. Eles começaram com 10 anos atuando para pequenas audiências perto da sua vila natal, Magdeburg, uma pequena vila mineira que fazia parte do Este da Alemanha.
Tendo crescido numa das partes mais pobres da Alemanha, Bill e Tom eram diferentes dos seus colegas de turma, quase extraterrestres. Eles eram os desprezados. Os gêmeos sabiam que tinham de sair dali.
Tom tinha começado na brincadeira com a guitarra por volta dos 7 anos e aos 13, juntamente com o Bill, já com o cabelo espetado, eles chamaram a atenção de alguns dos mais conhecidos produtores (incluindo o produtor de Humanoid, David Jost) e solidificaram a sua sincera fórmula pop-rock.
Originalmente denominados ‘Devilish’, eles mudaram o nome antes de lançar o seu primeiro álbum na língua alemã, Schrei (em inglês, Scream). Em 2005, eles embarcaram naquela que se tornaria na maior turnê de estreia alemã feita por um novo artista. Em 2007, eles lançaram o seu segundo álbum em alemão, Zimmer 483 (Room 483, em inglês), e esgotavam recintos europeus enormes em alguns minutos.
Como um incêndio, a banda conseguiu a atenção de toda uma geração. Em França, a popularidade do grupo explodiu. Passaram de atuações em pequenos clubes de 500 pessoas, para atuações aos pés da Torre Eiffel, para uma multidão de 500.000 fãs histéricos que gritavam as letras dos sucessos alemães do Tokio Hotel. Pouco depois faziam história tornando-se na primeira banda alemã a conseguir um número 1 nas tabelas das rádios israelitas.
Em 2008, depois de 43 cansativos concertos, Bill foi submetido a uma cirurgia a um quisto nas cordas vocais mas em dois meses voltou a atuar em todo o mundo, pouco depois de Scream ser lançado pela primeira vez nos EUA em 2008.
Humanoid está cheio dessa mesma emoção que os ligou a multidões de jovens fãs. E nesta era do Rock Band e do Guitar Hero, o álbum está cheio de oportunidades para o público participar.
O primeiro single, Automatic é um hino metaleiro com grandes riffs de guitarra, percursão e um refrão em falsete feito para ser repetido por um recinto esgotado. ‘World Behind My Wall’ redefine o conceito de balada, com profundidade e introspecção, uma confidência musical e um refrão irresistivel.
Enquanto gravavam, desta vez, a banda passou pela sua fase mais experimental até ao momento. Gravaram músicas em Hamburg, Miami e L.A. “O Bill deixou-nos todos loucos, sempre chegando com novas ideias, mesmo quando as músicas mais antigas ainda não estavam prontas,” diz Tom, que gosta bastante de provocar o seu irmão. “Além disso, não nos quisemos limitar, e utilizamos novos instrumentos.”
Há mais sons eletrônicos em Humanoid, o primeiro single, Automatic, explora as relações entre emoções diárias e comportamentos convenientes no dia-a-dia.
“Quantas coisas acontecem de forma automática no dia-a-dia?” pergunta Bill. “As portas abrem e fecham automaticamente, mudar a marcha do carro – todas essas coisas são positivas, mas quando a qualidade mecânica do que é automático entra nos comportamentos humanos, como por exemplo o amor, então de repente torna-se negativo. O amor tem de ser espontâneo e genuíno, nunca automático e frio. É isso o que move as pessoas.”
Juntamente com os novos sons, novos temas, novos concertos ao vivo, e mesmo novo estilo do Bill, os fãs de longa data continuarão a encontrar a ligação à honestidade e às emoções do Tokio Hotel.
“Adoramos os nossos fãs porque eles são os mais barulhentos de todos e fazem as coisas mais loucas,” diz Bill. “Eles apoiam-nos sempre, independentemente do que aconteceu, e já aconteceu muita coisa.”
Tradução: TH Zone
Fonte: Tokio Hotel Channel
Nenhum comentário:
Postar um comentário