segunda-feira, 5 de outubro de 2009

''Wetten Dass..?'' Entrevista Backstage- 1º Parte


Miriam: Hoje é um dia importante na Alemanha - dia nacional da Alemanha. Ontem também foi um feriado em todo o mundo, mas apenas para fãs do Tokio Hotel, quando finalmente lançaram o novo álbum Humanoid e agora o Tokio Hotel está comigo. Olá
Todos: Olá!
Miriam: Parecem muito descontraídos. Já celebraram o lançamento do álbum?
Bill: Oh, infelizmente não. Porque não temos parado em turnê. Há tanta coisa para fazer, dormimos menos, mas não, nenhuma comemoração. Estamos muito contentes agora, o álbum acaba de ser lançado e há sempre uma expectativa para nós.
Miriam: Existem duas versões do álbum, uma em Inglês e outra em alemão. Podemos também comprar a versão em inglês, na Alemanha. A versão em alemão também está disponível lá fora?
Bill: As duas versões estão disponíveis em todos os países e assim todos podem escolher a versão que querem. Oh sim, ambas as versões estão disponíveis em todo lugar.
Miriam: Já receberam o feedback/reações?
Bill: Sim, na segunda-feira teremos os primeiros resultados oficiais, mas as reações dos fãs são boas. Temos lido alguns comentários e parecem bons. Estamos muito contentes.
Miriam: Será que um próximo álbum seja apenas em inglês ou irá manter-se os dois idiomas?
Bill: Não podemos imaginar apenas um único idioma. Não podemos escolher um preferido e eu nem sei qual a versão que prefiro cantar. Como eu disse, iremos ter duas versões.
Miriam: Ok. Ao lançar um álbum assim e se olharmos para o nome. Desculpem, eu não deveria fazer esta pergunta. Provavelmente é irritante. Humanoid, porquê este título?
Tom: Em alemão é Humanoid (pronuncia-se assim: Humanuide]
Miriam: Ok Humanoid. Temos de o dizer em duas línguas diferentes.
Tom: Humanoid.
Miriam: Então porquê?
Bill: Humanoid sempre esteve um pouco refletido nas nossas vidas, foi sempre uma parte de nós e até mesmo uma nova ideia minha e do Tom. Ao produzirmos o novo álbum nós descobrimos alguns termos que apareceram dos outros planetas. Enfim, nós pensamos que se encaixavam na maioria das músicas. Primeiro o nome e depois escrevemos a música.
Miriam: Eu entendo. No videoclipe podemos ver um pouco de ficção científica. Mas ouvi dizer que não têm fãs de ficção científica.
Bill: Sim é verdade, na edição antecipada..
Miriam: Você está em tudo? (?)
Bill: Para mim foi sempre ficção científica. Star Trek e coisas assim, não tenho uma familiarização, mas honestamente eu realmente amo os filmes reais de ficção científica.
Tom: Filmes como o The Fift Element é legal e nós acabamos de ver o Distrito 9 que também é legal.
Bill: Então não é apenas uma retrospectiva porque somos fãs de ficção científica mas não é induzido.
Miriam: Que filme vocês viram?
Bill: District 9
Miriam: No cinema? Vocês podem ir ao cinema?
Bill: Não, nós alugamos.
Miriam: Sessão?
Bill: Sim.
Miriam: Eu sempre pensei "eles não podem fazer nada’’, quando querem fazer alguma coisa.
Bill: É exatamente assim.
Tom: Nós fomos à Colônia e eles lá foram simpáticos que fomos ver um filme quando eles estavam fechados.
Miriam: Que legal!
Tom: Mas é obvio que é legal, eu gostaria realmente de ir ao cinema com amigos como as pessoas normais fazem.
Bill: E o que é chato é que está sozinho e depois vê isso no filme. Mas é claro que o cinema é divertido porque pode estar com os amigos, comprar pipocas…
Georg: Mandar a pipocas a alguém! Um ao outro.
Bill: Um ao outro.
Miriam: Sim, isso é um pouco social e aqueles que estão atrasados e depois querem o lugar de volta.
Bill: Sim, eu odeio!
Tom: Depois de mandar pontapés de quem está na frente durante o filme!
Miriam: É do tipo ainda está aí?
Tom: Sim .. eu já não vou ao cinema há um ano. Mas espero que eles ainda estejam lá!
Miriam: E a música Automatisch é uma música que fala sobre a falta de condições, a emoção genuína, biográfica claro.
Bill: Na verdade não. É um pouco como eles terem as suas próprias ideias e criatividade suficiente sem ser diretamente. Como eu, não tenho um relacionalmente desde que o Tokio Hotel começou e tinha de escrever uma canção sobre isso. Enfim, nós temos contato com tantas pessoas automáticas e especialmente da industria musical. É tudo muito superficial e automático e a partir daí existem sentimentos em primeiro lugar.
Miriam: Nada de relacionamentos..Eu li uma entrevista onde dizia que nada é possível. Se não pode ir ao cinema como é que pode construir uma relação?
Bill: O problema é que se eu estiver realmente apaixonado eu poderei fazer isso, porque eu sou daquele tipo de pessoa que não se preocupa com mais nada. Mudaria para outro país, outra cidade…
Tom: Por isso é que nós esperamos que ele conheça alguém.
Miriam: Assim está longe dele. Só para ser anti-social.
Bill: Mas assim não pode conhecer alguém. Não pode ir ao cinema e ter alguém sentado ao seu lado. Vai sozinho por isso..
Miriam: Mas aqui não há ninguém solteiro? Interessado? Acho que podem ter sorte.
Bill: Não pode ser planejado e é.. não pode conhecer alguém tão rapidamente e na minha situação tenho de ter muita sorte.
Miriam: De álbum para álbum, vocês tornaram-se mais famosos. Têm algum efeito neste álbum? Vocês trabalharam em estúdios diferentes com outros produtores? Tornou-se mais fácil?
Bill: Nós fizemos isso, para estarmos num estúdio legal.Nós usamos uma boa tecnologia, trabalhamos com pessoas muito legais o que nos deu uma vantagem absoluta. Nós trabalhamos muito na Alemanha, mas também fomos a Los Angeles, o que eu achei mau dizer.. no início eu não achei nada sobre isso, mas agora se eu digo ‘oh gravamos em LA’, parece que soa a um empurrão de que ele também gravou na América, oh que legal. De qualquer forma…
Tom: Mas nós podemos dizer que temos registrado a maior parte dos álbuns no nosso estúdio.
Miriam: Ok.
Bill: Ou seja, também pode gravar boa música em Zwickau.
Tom: Exatamente.
Miriam: Se têm talento..
Tom: Sim nós gravamos no estúdio da mesma aldeia, onde gravamos o segundo álbum.
Miriam: O som, mais sintetizadores, muita guitarra…
Tom: Já ouviu?
Miriam: Sim, eu ouvi um pouco aqui e em casa. Como descreveria o som?
Bill: Mais eletrônico. Na verdade no fim do ano passado mal poderíamos olhar para nós mesmos, as nossas caras. Já não podíamos mais ouvir Tokio Hotel. Não queríamos continuar assim. Nós precisávamos de tempo para estar no estúdio e gravar as novas músicas. Escolher a nossa direção musical que queríamos, testamos muito, existem muitas versões diferentes e resultou. É um som novo no álbum. Ainda há guitarras, mas eletronicamente mais!
Miriam: Mas é óbvio que não é fácil dar-se de forma familiar e bem sucedida. Quiseram encontrar uma nova forma?
Bill: Claro, todos me diziam’’Está louco? Está bem sucedido, para quê mudar?’’
Tom: Mas há que dizer que não são completamente diferentes, há um novo som envolvido. Um outro sim…



Tradução: Union TH

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